E é amar-vos assim perdidamente...
Muitas vezes na vida deixamos coisas por dizer, principalmente àqueles que mais amamos...
aos pais, aos irmãos, à nossa cara metade, aos filhos, aos amigos...
E quando decidimos dizê-las pode ser tarde demais... Por isso, coragem... é sempre o momento certo para dizermos tudo o que nos vai na alma...
Quem me conhece, sabe que não sei (não sei mesmo) cantar!!!! :o)
Mas... não é preciso saber cantar para transmitir aos outros aquilo que sentimos por eles...
Sem ser os Trovante, mas parecendo a Florbela Espanca, aqui fica um texto dedicado a duas das pessoas mais importantes da minha vida...
Paulo e Tatininha... "Obrigada" por serem como são!!!!!!!!
Re-escrevendo:
"E é amar-vos assim, perdidamente...
É serem alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo escrevendo a toda a gente!"
Um beijo... já com uma lagriminha no olho... :o)
PS.
Para não ficarem com ciúmes... Um abraço... dos nossos... para as minhas AMIGAS (as deste Blog...)
Más Maneiras de Sermos Bons Pais
Hoje de manhã, enquanto viajava, ouvi na rádio uma crónica acerca do livro “Más Maneiras de Sermos Bons Pais”… do (grande…) Eduardo Sá…
Lembrei-me, sobretudo dos Pais da Carolina :o) , e de muitos outros pais que conheço…
À hora de almoço, corri de papelaria em papelaria à procura do Livro…
Ainda só dei uma vista de olhos… e já estou muuuuiiito entusiasmada!... Antecipadamente: Aconselho!!!!!
UM BEIJO… A todos os pais, mães, quase-pais, quase-mães, e… ÀQUELES QUE NEM SEQUER PENSAM NISSO!!! :o)
Su.
Fica aqui o resumo… Que diz tanto……
“Nem sempre os pais são, na relação com os filhos, bem educados. Os pais fazem asneiras, têm birras, "amuam", são teimosos, mas são pais e, de forma mais ou menos equilibrada, vivem a culpabilidade por cada um dos seus actos, duma forma silenciosa (sobretudo) porque "pai é pai"... e os pais nunca se enganam!... Claro que as asneiras dos filhos têm muito a ver com as asneiras dos pais mas, como dizia um amigo meu, pegando numa ideia de um pediatra e psicanalista inglês chamado Winnicott - que, a propósito da relação empática entre a criança e a mãe, falava da necessidade duma "mãe suficientemente boa" - os pais perfeitos ... são "suficientemente maus". No fundo, queria ele dizer que "o perfeito é inimigo do bom", ou seja, que os pais realmente bons são os que têm a coragem de ser como são, e que a coragem supõe que eles toleram a culpabilidade (e a dor que ela desperta).”
Más Maneiras de Sermos Bons Pais – Eduardo Sá.